Por Daniele Leão Freitas
E para
serem felizes eles podem procurar sucesso, dinheiro, amor, estabilidade ou
possibilidades inúmeras de empreendedorismo. Não é necessário escolher uma
profissão apenas para seguir carreira, é possível ser bailarina, poetisa e
veterinária na mesma vida, se for o que trouxer felicidade. A capacidade de se “divertir”
enquanto trabalha tornou-se tão fundamental e é tão valorizado hoje em dia que
as melhores empresas para se trabalhar atualmente cultivam e incentivam isso
para obterem o melhor de seus colaboradores, não mais empregados.
Além de
tudo isso, como Darwin já havia afirmado, apenas aqueles que se adaptam
sobrevivem, e isso não é nem um pouco diferente do que aconteceu no mercado de
trabalho. Com a revolução industrial, o êxodo rural, e a cada introdução de
novas tecnologias as pessoas precisam desenvolver novas qualidades para
permanecerem úteis, quando a robótica e a internet mudam os parâmetros.
Mover-se de acordo com a corrente é muito mais eficiente do que contra ela. Partindo
do princípio que as pessoas que fazem o que gostam não apenas tendem a ser bem sucedidas, mas também não medem esforços para conquistarem o que almejam. Elas aproveitam melhor as oportunidades, e o que para muitos pareceria obstáculos,
torna-se vantagem e aumentam as possibilidades para eles.
A criatividade nunca foi tão
valorizada. Pensar fora da caixinha tornou-se obrigatório para ser visionário.
E ao pensar como é que o sistema educacional de base até a universidade tem
acompanhado isso tudo, não é de se surpreender que não tenha conseguido muito
se permanecer com antigos métodos. E isso precisa mudar para que as próximas
gerações continuem se sobrepondo e se superando na “cadeia alimentar” que o
mercado de trabalho vem demonstrando veementemente.
Mas como fazer as pessoas terem
mais ideias do que pensarem todas iguais, como ensinar as pessoas pensarem por
si sós e não saber responder exatamente aquilo que foi dado em aula? Com
certeza mentes fascinadas pelo ensino ainda nos surpreenderão com resposta
simples, mas estonteantes, que nos farão pensar em como as pessoas viviam sem
ser daquele jeito antes, assim como não conseguimos mais imaginar a vida sem
GPS, energia elétrica, geladeira, rodas
ou celular.
Assista também ao vídeo All work and all play :
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